Malandragem, Adeus: Com Exceção do Zé o Resto é Mané (2006)

Recordar é viver! Esse foi o meu terceiro Samba, ele tem um gostinho especial.
Alô comunidade dos Tabájaras.


Unidos de Villa Rica de Copacabana
Compositores: Pato Roco, Marinho Vaidade, Benson e Luiz Pião

A Villa Rica faz o retrato falado
Da malandragem dos primórdios carnavais
Malandro que é malandro não vacila
E quando briga, olha, tem mulher por trás
As maltas têm guerreiros, capoeiras imortais
Na luta não morreu, se transformou
No Rio de Janeiro, a Lapa é reduto de bambas
A boemia vai até o sol raiar
E se não for malandro, dança
Na morada dos anjos, a invocação
Preservar a malandragem é a salvação

Zé, faça tudo que quiser
Só não maltrate (bis)
O coração dessa mulher

Olha o breque, Morengueira
Vem, levanta meu astral (bis)
Villa Rica traz malandros
Pra brincar o carnaval

Saudações àqueles que partiram
Deixando aqui na terra, a cultura
Pintor, escritor, compositor
O que fizeram sempre foi com muito amor
Uma pequena notável com Zé Carioca
Ao mundo encantou
Chora, a boemia toda chora
Saudades de você vamos sentir

Quem é malandro é, é seu Zé
Dou adeus à malandragem (bis)
Que o resto é mané

Postar um comentário